
Hoje é 12 de Outubro, minha gente. É o dia dos pequeninos, dia dos baixinhos, dia das nossas crianças...
Ontem aconteceu uma coisa que me surpreendeu: eu que ganhei presente dos meus alunos. O deles eu ia levar, ou melhor, vou levar nesse sábado. Cheguei pra dar aula e foi recebida cheia de carinho, cartinhas, doces e um anel de florzinha. Senti a falta do pequeno Gabriel, mas ele falta de vez em quando.
Hoje é uma data especial, pois é uma indicação de uma época que me traz boas recordações repletas de felicidade, alegria e saudade. Como era bom ganhar R$ 1 cruzeiro (na época não era o real) da minha avó para comprar o biscoito Frank e comemorar o dia das crianças. Brinquedos eram sempre bem vindos, mas o que mais me alegrava era ser criança.
Hoje recebi uma notícia que me deixou com uma melancolia profunda. O pequeno Gabriel, meu aluno, está internado desde a quinta-feira passada. A princípio era suspeita de meningite, mas os resultados dos exames deram negativo. Agora ele está em observação, pois é algo mais delicado do que essa terrível doença.
Tadinho... tão novinho e com problemas desse tipo. Ele só tem 6 anos, idade de correr, pular, se sujar e ser feliz, e não ficar em uma cama de hospital deixando de ver os dias que surgem e os que vão. Ele está no começo da vida, não viveu nem a metade, enquanto muitos marginais gozam a vida até a velhice. Confesso que essa notícia me deixou totalmente baixo astral.
Meu dia já estava triste, mas na parte da noite me senti deprimida. Não sou dramática, não me faço de vítima e nem coisas similares. Estou sensível demais, minha vida está passando por provas e mais provas de fogo. Meu caminho está repleto de espinhos e tormentos. Enfim, estou numa maré de azar, e consequentemente me emociono à toa.
Vou tentar esquecer o passado e o futuro. Tenho que me preocupar com o meu hoje, o meu presente. Preciso perder o foco no meu ontem e no meu amanhã.
Por que isso tudo?
Logo hoje... dia dos seres mais puros de coração e de alma. Eu sei que meu tempo já passou, mas gosto dessa data ainda. Me identifico com ela e com eles.
Ser adulto é muito complicado, e eu não estou psicologicamente preparada para isso.
That's it!
Ontem aconteceu uma coisa que me surpreendeu: eu que ganhei presente dos meus alunos. O deles eu ia levar, ou melhor, vou levar nesse sábado. Cheguei pra dar aula e foi recebida cheia de carinho, cartinhas, doces e um anel de florzinha. Senti a falta do pequeno Gabriel, mas ele falta de vez em quando.
Hoje é uma data especial, pois é uma indicação de uma época que me traz boas recordações repletas de felicidade, alegria e saudade. Como era bom ganhar R$ 1 cruzeiro (na época não era o real) da minha avó para comprar o biscoito Frank e comemorar o dia das crianças. Brinquedos eram sempre bem vindos, mas o que mais me alegrava era ser criança.
Hoje recebi uma notícia que me deixou com uma melancolia profunda. O pequeno Gabriel, meu aluno, está internado desde a quinta-feira passada. A princípio era suspeita de meningite, mas os resultados dos exames deram negativo. Agora ele está em observação, pois é algo mais delicado do que essa terrível doença.
Tadinho... tão novinho e com problemas desse tipo. Ele só tem 6 anos, idade de correr, pular, se sujar e ser feliz, e não ficar em uma cama de hospital deixando de ver os dias que surgem e os que vão. Ele está no começo da vida, não viveu nem a metade, enquanto muitos marginais gozam a vida até a velhice. Confesso que essa notícia me deixou totalmente baixo astral.
Meu dia já estava triste, mas na parte da noite me senti deprimida. Não sou dramática, não me faço de vítima e nem coisas similares. Estou sensível demais, minha vida está passando por provas e mais provas de fogo. Meu caminho está repleto de espinhos e tormentos. Enfim, estou numa maré de azar, e consequentemente me emociono à toa.
Vou tentar esquecer o passado e o futuro. Tenho que me preocupar com o meu hoje, o meu presente. Preciso perder o foco no meu ontem e no meu amanhã.
Por que isso tudo?
Logo hoje... dia dos seres mais puros de coração e de alma. Eu sei que meu tempo já passou, mas gosto dessa data ainda. Me identifico com ela e com eles.
Ser adulto é muito complicado, e eu não estou psicologicamente preparada para isso.
That's it!
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