Matutando cheguei em duas conclusões:
- "Certas coisas mudam com o passar do tempo, outras não."
- "Ninguém nasce feliz. Felicidade é construída."
O por quê dessas conclusões?
Eu estive comparando a mim mesma. Gosto de estudar e avaliar minha cabeça de vento de vez em quando. É engraçado, porém, irritante algumas vezes.
Quando eu era criança era gentil, calma e tímida. Já hoje continuo gentil (quando eu quero), mas, como nada é perfeito, não tenho paciência nenhuma. Vivo nervosa constantemente e mudo de humor como troco de roupa. Timidez? Ainda me acho um pouco, e quando confesso esse meu lado aos outros, estes riem da minha cara achando que é alguma lorota.
Naquele tempo eu adorava dançar, mas hoje em dia nem me atrevo.
Também é engraçado lembrar que eu adorava uma aventura. Me machucava toda, mas estava sempre pronta para outra. Já hoje, sou o ser mais medroso nesse mundo. Tenho medo de altura, de mendigos, andar sozinha na rua, do escuro e principalmente da solidão.
Têm coisas que mudam, outras não.
Eu posso dizer que sou um exemplo de mudança. Sou como o vento, mudando sempre conforme à direção, à intensidade. Deixando rastros por ande passo. Alguns bons, outros? Nem tanto...
Posso comparar minha vida com as estações do ano. Ela muda constantemente. Ora é fria e vazia como o inverno.
Outrora florescem coisas maravilhosas e dando frutos futuramente como a primavera. A característica mais marcante da estação é o reflorescimento da flora e da fauna. Muitos animais aproveitam a temperatura ideal da estação para se reproduzir. É lógico que faço o mesmo. Não... não saio por aí me reproduzindo... digo no sentido de renovar, novas vontades, aparições de coisas lindas em minha vida.
Depois da primavera, torna-se como o outono: perdemos certas coisas para que em breve, possamos ganhar em dobro. Por exemplo: se as folhas caem das árvores e plantas, é porque estas não tem mais serventia, mas logo nascerão outras mais belas. A vida pode ser comparada da mesma forma. Tudo que não tem serventia, consequentemente iremos perder de ato voluntário ou involuntário.
E o verão?
O verão em si, devemos dar importância com a saúde: beber mais água, comer mais frutas, cuidar da pele, etc. Na minha vida, ou melhor, na nossa vida é mais ou menos isso que devemos fazer: cuidar da gente. Quem é que gosta de uma pessoa mal cuidada? Antes de amarmos alguém, é preciso amarmos a sim mesmo em primeiro lugar.
A vida é assim, uma variedade a cada momento, a cada instante, como se fossem as quatro estações, sempre pronta para as mudanças.
Ninguém nasce feliz. Felicidade é construída. Isso é verdade?
Hum... é sim!
Seremos felizes se superarmos as mudanças em nossas vidas, se soubermos agarrar cada oportunidade que aparece, e não trocar o certo pelo duvidoso.
That's it!
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