quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Um destino singuar

Não quero que me falem das horas
em que pertencíamos um ao outro;
fugiram levando a sua felicidade
e o nosso éden desapareceu.
No entanto, a sua memória viverá
até que chegue o descanso da morte.


Poderemos jamais esquecer
que te dei a minha alma,
que tu foste tudo para mim
e que isso mesmo te jurei até à morte?
Via o amor a brilhar nos teus olhos
e um sorriso desenhando-se na tua boca.

Isabel

2 comentários:

Flávia disse...

eu há um tempo dei a minha alma... e quando a gente a recupera, meio que esquece que um dia abriu mão dela, sabe?

Beijos, moça :)

Anônimo disse...

Ta aí uma coisa que ainda sinto receio. Me entregar por inteiro. Entregar a alma sem saber o que pôr no lugar... Quem sabe um dia?

Beeijo!

P.S.: tem selos pra ti no meu blog, tá?